Critérios de avaliação do cliente

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Foto ilustrativa – Créditos: IMG_9951 via photopin (license)

Saiba o que levar em consideração
na hora de contratar um personal trainer

Empatia entre aluno e personal é fundamental parta que a parceria funcione

Para melhorar o rendimento ou ter um estímulo a mais para treinar regularmente, muita gente recorre à contratação de personal trainer. É um serviço que demanda muito mais investimento do que a mensalidade na academia, mas, segundo o preparador físico Rodrigo Ferraz, para quem pode pagar, esta é uma ótima opção.

Conforme o especialista, ser um motivador é um dos segredos do bom personal. Além disso, por definição, esse profissional precisa estar sempre atento aos resultados aos quais se está chegando e saber adaptar o treino para que os resultados sejam eficazes e não tragam danos à saúde do aluno.

Ferraz montou um guia prático para que não se erre na hora de contratar um personal trainer. Confira as dicas:

1 – duvide de valores cobrados muito abaixo do mercado. No custo de uma sessão, também estão embutidos gastos como compras de revistas científicas e livros especializados, produção de pesquisa, inscrições em cursos e congressos, viagens e as horas de estudo. É desta forma que o profissional tem contato com o que há de mais atual na área de treinamento. Sessão barata pode significar professor com pouco conteúdo.

2-  professor que oferece suplementos, vitaminas e até substâncias proibidas aos alunos está invadindo a profissão que não é a dele. O que o aluno deve tomar ou comer fica a cargo do nutricionista, é ele que tem a capacidade técnica da escolha;

3 – empatia é fundamental. Se você não se identificar com o professor, esse pode ser um problema futuro, por isso opte por um profissional que lhe passe confiança;

4 – o histórico esportivo e o tamanho dos músculos do professor nem sempre são proporcionais ao seu conhecimento. Não os confunda com sua experiência profissional;

5 – procure a indicação de outra pessoa que treina ou treinou com este profissional;

6 –  a formação acadêmica é fundamental. Principalmente na graduação. Pergunte qual faculdade ele cursou e busque na internet o ranking desta entidade. Quanto melhor sua posição, melhor será a formação de base do profissional. Ter pós-graduação também conta pontos pois isso significa que determinados assuntos foram estudados e pesquisados com mais profundidade;

7 – não tenha medo de pedir o currículo. Professores que já atuaram em salas de musculação e ginástica possuem mais experiência em atendimento;

8 – O profissional precisa ser registrado no Conselho Regional de Educação Física (CREF). Este órgão é o único que certifica personais capazes de planejar, orientar e evoluir de forma individualizada um programa de treinamento físico;

9 – pontualidade é fundamental. Como cobrar do aluno seriedade e compromisso, se quem as está exigindo não leva a sério o treinamento do cliente?

10 – profissionais que dão aulas das 6h da manhã até as 22h durante a semana toda, inclusive sábados, domingos e feriados não conseguem ter tempo para se atualizar. Preste atenção nisso.

Créditos: Zero Hora

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