O que levar em conta na contratação do personal

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Foto ilustrativa – Créditos: wikipedia

 

A figura do Treinador Individual ou “Personal Trainer” ou serviço de Treinamento Individualizado “Personal Training” passou a ser popularizado em Boa Vista, as pessoas procuram esse profissional para obter resultados como melhora da aptidão física, qualidade de vida ou simplesmente estética, mas não se preocupam se o profissional é qualificado ou não.

Os Profissionais, Alex Santos (CREF 000834-G/RR) e Edson Silva (CREF 000832-G/RR), afirmam que o Personal Trainer deve ter formação acadêmica em Educação Física e registro no Conselho Regional de Educação Física (CREF), pois essa formação acadêmica possibilita ao profissional um conhecimento aprofundado em anatomia, cinesiologia, biomecânica, avaliação física, fisiologia do exercício e é claro ética profissional.

Os Personal Trainers, Walfre Júnior (CREF 000480-G/RR) e Abílio Neto (CREF 000819-G/RR), dizem que algumas academias não deveriam aceitar que pessoas sem formação ministrem aulas de Personal, isso é um crime, e a academia também poderá responder por isso. Pois está incluído nos crimes previstos no art. 282 do Código Penal Brasileiro, sendo que o infrator poderá ser punido criminalmente, com pena de 03 meses a 02 anos ou multa, enquanto a do segundo delito vai de 03 meses a um ano ou multa.

O professor, Cristian Ângelo (CREF 000816-G/RR), mostrou os requisitos legais a legislação brasileira estabelece na sua Constituição, no Título II “Dos Direitos e Garantias Fundamentais”, Capítulo I “Dos Direitos e Deveres Individuais”:

Art. 5 – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à propriedade nos termos seguintes:

XIII – É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações que a lei estabelecer.

A Lei Ordinária número 9.696 de 01 de setembro de 1998 dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Educação Física e cria os respectivos Conselho Federal e Conselhos Regionais de Educação Física:

Art. 1 – O exercício das atividades de Educação Física e a designação de Profissional de Educação Física é prerrogativa dos profissionais regularmente registrados nos Conselhos Regionais de Educação Física.

Art. 2 – Apenas serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física os seguintes profissionais:

I – os possuidores de diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido;

II – os possuidores de diploma em Educação Física expedido por instituição de ensino superior estrangeira revalidado na forma de legislação em vigor.

Art. 3 – Compete ao Profissional de Educação Física coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas e do desporto.

O texto acima não cita ou faz menção ao profissional “Personal Trainer”, mas a relação está definida na elaboração e na prestação dos serviços desse profissional, porquê como treinador individual, o mesmo define o tipo de exercício físico a ser realizado, com o tempo de duração, frequência e principalmente a intensidade. O código de ética do Conselho federal de Educação Física, em sua parte da Deontologia, identifica as designações e os campos de atuação dos Profissionais de Educação Física.

“O CONFEF/CREF, reconhecendo que o profissional de Educação Física, além das designações usuais de Professor de Educação Física, Técnico Desportivo, Treinador Esportivo, Preparador Físico. Personal Trainer, poderá ser designado, de acordo com as características da atividade que desempenha, com as seguintes denominações: Técnico de esportes, Treinador de esportes, Preparador Físico-corporal, Professor de Educação Corporal, Orientador de Exercícios Corporais, Monitor de Atividades Corporais, Motricista, Cinesiólogo, entre outros.”

Fonte: CONFEF – Conselho Federal de Educação Física.

Danyery Marques (CREF 000753-G/RR) e Jardielly Alencar (CREF 000808-G/RR) Personal Trainers, afirmam que o professor de Educação Física tem a sua profissão regulamentada pela Lei 9696, de 1º de setembro de 1998 e seu espaço, como profissional da área de saúde, definido na Resolução n.º 218, de 6 de março de 1997 do Ministério da Saúde, como uma das 12 profissões da área de saúde.

Portanto, antes de contratar um Personal Trainer a primeira coisa que se deve exigir é a graduação no curso de Educação Física, registro no Conselho, se possui especialização e se possível, as suas referências. Uma escolha mal feita poderá acarretar sérios prejuízos a saúde, como lesões musculares e articulares, além dos prejuízos financeiros.

Fonte:  Folha de Boa Vista

 

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