Alunos da UFPR desenvolvem wearable para idosos

Share on email
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on telegram

Um grupo de estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR), participantes do programa Academic Working Capital de empreendedorismo universitário do Instituto TIM, criaram uma startup visando promover a saúde e a segurança de idosos chamada Smart Aging.

Pensando na terceira idade como um nicho promissor e oportunidade de negócios, está em desenvolvimento um dispositivo vestível capaz de monitorar remotamente os idosos, detectando situações como quedas e alterações das funções cardíacas, enviando notificações para o próprio idoso, familiares e equipes de saúde.

“Em busca de um tema de TCC com tecnologias disruptivas e impacto social, nos deparamos com a dificuldade de um amigo com um familiar idoso. Foi aí que surgiu o insight. Estudando o crescimento dessa população e seu relacionamento com as novas tecnologias, decidimos desenvolver algo focado em melhorar a experiência de comunicação do idoso com seus familiares e entes queridos”, explicam os irmãos gêmeos e criadores do Smart Aging, Matheus Augusto Silva e Lucas Henrique Silva.

O dispositivo se assemelha a uma pulseira fitness com sensores que se comunicam por Bluetooth com o smartphone do idoso, gerando alertas por meio de um aplicativo específico. A inovação também permite que sejam configurados lembretes para a hora de tomar medicações ou compromissos cotidianos.

Com intuito de minimizar os riscos, Matheus e Lucas pesquisaram as demandas do mercado de saúde, que é amplo e aberto às inovações tecnológicas. “As novas tecnologias — como sensores, inteligência artificial e plataformas digitais — oferecem muitos horizontes para a saúde. O mercado já chama atenção das gigantes Amazon, Google e Apple, pois existe muita fronteira a ser explorada usando diversas expertises” diz Artur Vilas Boas, Coordenador do Processo de Aceleração do Academic Working Capital, que presta acompanhamento à equipe de estudantes. “O mercado nacional ainda é pouco modernizado, porém temos visto algumas tecnologias interessantes surgindo, oferecendo perspectivas de melhoria em processos, em equipamentos hospitalares, em cuidados domiciliares e muito mais” completa Vilas Boas.

Créditos: Canal Tech|Startupi

Trainer Brasil

Trainer Brasil

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Adquira o seu livro

O guia que vai transformar sua carreira!

About Me

Clique no botão de edição para alterar esse texto. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.

Mais Recentes

Redes Sociais